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segunda-feira, 3 de junho de 2013

MÊS DE JUNHO

Essa postagem é dedicada ao mês dos namorados...
Eu já amei um dia....intensamente....
Amar é bom demais...

Dedico essa música a uma pessoa que, a cada dia que passa está se tornando especial
e...este poema também vai pra você...
tem tudo a ver com a gente....




terça-feira, 26 de março de 2013

quarta-feira, 13 de março de 2013

Poesia "Pau Mole"

Bem pessoal

para descontrair um pouco, deixar meu blog mais divertido

escolhi hoje um vídeo da Ana Carolina que eu adoro

ela lê o texto com o título "Adoro Pau Mole"

vale a pena assistir

reparem no finalzinho do texto que ela dá uma risada maravilhosa...

clica lá...

A Filosofia Grega

Para ajudar aos alunos a entender melhor o surgimento da Filosofia na Grécia, achei um vídeo bem legal. Espero que vocês gostem.... Enjoy!!!

Na Rota dos Orixás - Filosofia da Religião


Direitos Humanos




O Brasil, com suas acentuadas desigualdades sociais e econômicas, promove diversificadas ações destinadas à promoção e à defesa dos direitos humanos.

A discussão dos Direitos Humanos e as ações técnicas e políticas relacionadas a esse tema, têm mobilizado a mídia nacional e, conseqüentemente, elevado a consciência da sociedade brasileira sobre assuntos que são extremamente importantes para a promoção da cidadania e para o respeito a aos direitos humanos.

Recentes avanços na promoção dos direitos humanos têm sido constatados. Apesar desse trabalho considerável e inovador de promoção dos direitos humanos:

mas não existe ainda clara compreensão da universalidade e indivisibilidade dos direitos humanos: civis, políticos, sociais, econômicos e culturais.
existe um número muito alto de pessoas que continua a encontrar grandes dificuldades no exercício de sua cidadania e de seus direitos fundamentais.
A UNESCO acredita que somente pela mobilização de todos os atores direta ou indiretamente envolvidos poder-se-á contribuir para a promoção da cidadania, a consolidação da democracia, a promoção da igualdade, o acesso amplo à justiça e a garantia da segurança. Esses avanços são de importância crucial para que o país venha a construir e consolidar uma cultura de direitos humanos e cultura de paz.




DIREITO À EDUCAÇÃO
O direito a uma educação de qualidade ao longo da vida não é exercido plenamente por todos os cidadãos brasileiros, apesar do Brasil ter conquistado vários avanços na legislação educacional. E é limitada a participação da sociedade civil na promoção do direito à educação no Brazil.
A legislação educacional brasileira se pauta na concepção da educação como um direito de todos, crianças, adolescentes, jovens e adultos.
Dever da família e do Estado, tem como finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Para destacar os avanços presentes:
·                                 Constituição de 1988, expressa na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e demais dispositivos legais e normativos, como o Plano Nacional da Educação.
·                                 Lançamento, em 2007, pelo Ministério da Educação, do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).
A UNESCO desenvolve e promove os princípios universais e instrumentos normativos baseados em valores comuns para enfrentar desafios no campo da Educação.



 DIREITO À CULTURA
A relação entre cultura e direitos humanos, bem como de seu papel na luta contra a discriminação, são questões que o Brasil enfrenta. Entretanto, a integração da cultura com as demais políticas sociais é uma experiência recente que necessita ser aperfeiçoada.
O momento é de reconhecimento dos direitos culturais como necessidade básica e direito dos cidadãos, o que conduz à busca de uma agenda integrada com as políticas sociais e de desenvolvimento.
Em que pesem as tendências recentes, seus impactos ainda não foram suficientes para reduzir o quadro de desigualdades no acesso à produção cultural e é fundamental cuidar para que, ao contrário, o crescimento econômico não faça com que tais desigualdades sejam ainda mais exacerbadas.
Desigualdades no acesso à produção cultural:
·                                 Entretenimento: a minoria dos brasileiros frequenta cinema uma vez no ano. Quase todos os brasileiros nunca frequentaram museus ou jamais frequentaram alguma exposição de arte. Mais de 70% dos brasileiros nunca assistiram a um espetáculo de dança, embora muitos saiam para dançar. Grande parte dos municípios não possui salas de cinema, teatro, museus e espaços culturais multiuso.
·                                 Livros e Bibliotecas: o brasileiro praticamente não tem o hábito de leitura. A maioria dos livros estão concentrados nas mãos de muito poucos. O preço médio do livro de leitura é muito elevado quando se compara com a renda do brasileiro nas classes C/D/E. Muitos municípios brasileiros não têm biblioteca, a maioria destes se localiza no Nordeste, e apenas dois no Sudeste.
·                                 Acesso à Internet: uma grande porcentagem de brasileiros não possui computador em casa, destes, a maioria não tem qualquer acesso à internet (nem no trabalho, nem na escola).
·                                 Profissionais da Cultura: a metade da população ocupada na área de cultura não têm carteira assinada ou trabalha por conta própria. (Fonte: Ministério da Cultura –IBGE - IPEA).
A focalização das políticas culturais nos níveis estaduais e municipais pode favorecer a superação desse quadro e reforçar a diversidade cultural como fator da sustentabilidade do desenvolvimento.


DIREITO À INFORMAÇÃO
Existe a necessidade de reduzir assimetrias informacionais no Brasil por meio da configuração de um marco legal que estabeleça as regras que demarquem o papel do Estado como fornecedor de informações por ele geradas aos cidadãos e cidadãs, e pela diminuição do digital divide (exclusão digital).
Ainda que a Constituição Federal brasileira esteja em consonância com o artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, ao estabelecer o acesso à informação pública como um direito, vale ressaltar que a falta de regulamentação infraconstitucional do tema, na prática, inviabiliza o real acesso dos cidadãos e cidadãs a informações produzidas pelos poderes públicos.
A familiaridade dos brasileiros com as novas tecnologias de comunicação e informação, embora crescente, ainda apresenta percentuais que podem ser melhorados:
·                                 No uso da internet, o Brasil ocupa o primeiro lugar na América Latina e o quinto no mundo. No entanto, o baixo percentual de usuários em relação à população total (a maioria dos brasileiros não utilizam o serviço).
·                                 De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações, até 2018, o Brasil contará com uma média de um celular por habitante, o que salienta a importância de se considerar essa tecnologia nos processos de transformação social.
A diminuição do digital divide está também atrelada à forma como o sistema educacional incorpora as TICs.
O governo brasileiro promove o uso de TIC nas escolas e pretende também oferecer conectividade, por intermédio do Programa Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac) e das redes de fibra ótica de empresas de energia elétrica, da Petrobras, entre outras.



LIBERDADE DE EXPRESSÃO NO BRASIL
O Brasil presenciou a instalação de um marco constitucional pós-redemocratização de indubitável garantia das liberdades de expressão e de imprensa, o qual, adicionalmente, lançou as bases para a instalação de um sistema de comunicação social em consonância com os regimes internacionais mais avançados na matéria.
Entretanto, conta com uma legislação infraconstitucional – aquela que, de fato, estrutura as regras do jogo – que data de 1962 e, portanto, não responde aos desafios políticos e sociais postos pela Constituição Federal de 1988 e pela nova realidade social brasileira e, tampouco, atende à inquestionável revolução tecnológica pela qual passou e passa o setor.
A defasagem do marco regulatório resulta em uma série de consequências negativas para a efetiva garantia da liberdade de expressão e de imprensa. Entre elas, uma das mais importantes reside no fato de que, desde a promulgação da Constituição de 1988, o Estado brasileiro ainda não conseguiu estabelecer instâncias democráticas efetivas para a regulação da mídia, tal como um órgão regulador independente.
Esse cenário de garantia de liberdades, somado a lacunas importantes e persistentes, acabou por fomentar o surgimento e a consolidação, no país, de um importante movimento social, político e acadêmico, preocupado com um amplo leque de temas relacionados à mídia.
Tais organizações desenvolvem ações de monitoramento da mídia, de qualificação de redações, de fiscalização e discussão sobre políticas públicas de comunicação e de advocacy com o objetivo de produzir transformações na área.
A UNESCO no Brasil trabalha em parceria com o Ministério das Comunicações, a Conferência Nacional pelas Comunicações, a Intervozes, a Universidade de Brasília, a Universidade Federal do Rio de Janeiro na identificação dos atores que possam colaborar na disseminação dos indicadores de mídia e identificar os espaços de discussão sobre o tema ou até mesmo criar estes espaços.
Além disso, a UNESCO no Brasil  irá disponibilizar em português a publicação "Media development indicators: a framework for assessing media development".
                  Declaração Universal dos Direitos Humanos sobre Bioética (clique no link abaixo)

                               http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001461/146180por.pdf

quinta-feira, 7 de março de 2013

O MUNDO DE SOFIA




Esta obra se transformou rapidamente em um clássico da história da filosofia, talvez justamente por mesclar ficção e dados históricos, tornando acessíveis ao leitor comum os meandros mais complexos da reflexão filosófica. O autor de O Mundo de Sofia, o norueguês Jostein Gaarder, depois de lecionar esta disciplina no nível secundário, ao longo de diversos anos, logrou compor um sucesso internacional que já sobrevive a quase duas décadas.
Neste romance filosófico o leitor encontra uma história dentro da outra, que se desenrolam paralelamente e são igualmente protagonizadas por duas garotas que estão prestes a completar 15 anos, Sofia Amundsen e Hilde Moller Knag. Tudo começa quando Sofia passa a receber cartas misteriosas, de um pretenso professor de filosofia, Alberto Knox, que assume a missão de lhe iniciar nos caminhos percorridos pela Filosofia ocidental desde seu nascimento até os dias atuais.
Este contato se dá inicialmente através de cartas e, mais tarde, em encontros inusitados. O mestre Alberto se vale de todos os recursos possíveis para tornar límpidas as lições por ele ministradas, traduzindo de forma singela os pensamentos mais densos e as teorias mais herméticas.
Assim ele percorre desde a pré-filosofia, vivenciada pela Humanidade em seu estágio mítico, até o existencialismo e as diversas correntes filosóficas atuais, passando pela imprescindível filosofia grega, pelos filósofos da era medieval e do Renascimento, pelo surgimento dos racionalistas e dos empiristas, atravessando igualmente o pensamento filosófico alemão – abordando aqui especialmente Kant, os românticos, Hegel e Marx -, chegando à teoria da evolução de Darwin, à Psicanálise de Freud, até aterrissar no mundo contemporâneo.
A história paralela é introduzida em O Mundo de Sofia através dos postais misteriosos que a protagonista recebe, enviados do Líbano por um enigmático Major, Albert Knag, pai de Hilde, para sua filha, através de Sofia. A garota fica aturdida desde o início, sem compreender porque recebe estes cartões no lugar da verdadeira destinatária. Seus questionamentos entrelaçam-se com os conhecimentos que vai adquirindo em seu curso de Filosofia, o qual lhe permite ir, gradualmente, desvendando este mistério.
De uma forma genial, o autor contrapõe às estritas leis naturais da Filosofia, alicerçadas na realidade concreta, a aventura fantástica vivenciada por Sofia e seu professor, quase como se esboçasse uma relação dialética entre imaginação e realidade, Eros e Logos. É fascinante perceber como, pouco a pouco, as dimensões paralelas se entrecruzam e interagem, às vezes de forma bem sutil, outras mais explicitamente.
Gaarder também convida o leitor a vivenciar os cotidianos de Sofia e de Hilde, os quais apresentam entre si mais semelhanças que diferenças. Ao mesmo tempo, a rotina das jovens vai sendo transformada à medida que uma vai tomando conhecimento da existência da outra. A partir deste momento, tudo pode acontecer, tudo se torna possível.

Sobre o Autor

Jostein Gaarder nasceu em 1952, na cidade de Oslo, capital da Noruega. Sua prática literária teve início no ano de 1986, quando passou a escrever livros infanto-juvenis. Mas o sucesso veio mesmo a partir da publicação de O Mundo de Sofia, que já foi traduzido para mais de 50 idiomas. Atualmente pode-se encontrar no Brasil uma versão cinematográfica desta obra em DVD, lançado em 2008.